[Letra de "O Tal (Céu de Calcutá)"]
Já não dá mais, tenho que assumir
Todas as formas, todas as faces e partir
Para um novo tempo, um espaço qualquer
Onde o meu pensamento esteja voltado à mulher
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
E ver, e ver que o luar do sertão ainda existe
E a gente insiste em ser feliz
Em ver que a Bahia ensolarada que mexe
Não esquece de conservar sua raiz
E ver que o luar do sertão ainda existe
E a gente insiste em ser feliz
Em ver que a Bahia ensolarada que mexe
Não esquece de conservar sua raiz
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
Deixe que eu seja o tal pra quando o sol sair
Mergulhar em teus braços e então sorrir pra ti
No sol de Itapuã, no céu de Calcutá
Banhar-me no teu corpo e perder-me em teu olhar
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