[Verso 1]
Avesso ao silêncio, não fica parado muito tempo
Tem o Mal por vizinho, não gosta de andar sozinho
Rouba copos de vinho, dorme no autocarro
E gosta do fumo do cigarro cinzento
Ninguém sabe o que se passa consigo
Ninguem entende o Francisco
E ninguém sabe o que se passa consigo
Bebe p'ra esquecer, fuma, quer voar
Diz não ter medo de morrer
Tem medo é de cá ficar
Cambaleando pela rua, desafiando a gravidade
Diz que conversa com a lua e dorme em bancos da cidade
A mãe sempre bebeu, o pai nunca foi de afetos
Diz que Deus se esqueceu de passar ali perto
Ele tem uma sombra que lhe paira na cabeça
E que acalma com a prata quente e a chama acesa
Ninguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
Ninguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
Ninguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
Ninguém sabe o que se passa
See Carolina Deslandes LiveGet tickets as low as $46Deitado no alcatrão despede-se do céu
Chama o destino de cabrão, diz-lhe que venceu
Ninguém há de chorar o corpo do desaparecido
Que roubou toda a gente, levou todos consigo
Consegue vera luz e ri-se dela
Pede desculpa aos filhos, diz que acendam uma vela
Aqui morre um renegado, o que a cidade não viu
Quem passa é um drogado, o Bem esquece que o pariu
E inguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
E inguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
Ninguém sabe o que se passa consigo
Ninguém entende o Francisco
Ninguém sabe o que se passa
Ninguém sabe
Ninguém sabe o que se passa consigo
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