D. Simon - Poros

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Vi-me logo em mim e afunilei pecados Vi-me logo em ti de pálpebras quebradas Pesadas pelo choro de amores passados Passadas pelo assombro de virarem presente Vi-me a sorrir em alturas marcadas Vi-me mais por ti quando ainda era um nada Vi-me a faltar óculos e eu já míope A querer ver amor de perto e tu tão afastada Nada nos meus poros grita o teu nome Mas eu vou dizendo à Beta que ainda te adoro Nada nos meus poros grita o teu nome Mas terapia não me cura a solidão que encoro Nada nos meus poros grita o teu nome Mas vou virando prémios pela força do ódio Nada nos meus poros grita o teu nome Mas a minha voz encolhe tanto que não importa Agora eu corro em círculos A pesar como uma rocha que Sísifo carrega Agora nem sons emito Mas grito para a almofada na esperança que albergas Agora já não sou vício Sou a prova viva até que o amor envenena Agora já sou adito De uma esperança macabra de uma solidão velha Nada nos meus poros grita o teu nome Mas eu vou dizendo à Beta que ainda te adoro Nada nos meus poros grita o teu nome Mas terapia não me cura a solidão que encoro Nada nos meus poros grita o teu nome Mas vou virando prémios pela força do ódio Nada nos meus poros grita o teu nome Mas a minha voz encolhe tanto que não importa
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