[ESCREVENDO]
[Letra de "Tsunami"]
[Intro]
Esse é o-
Esse é o-
E-e-esse é o Caio Santos
Esse é o Caio Santos
Esse é o Caio Santos
[Verso 1 - Yuri Redicopa]
Clima 'tá fresco, mas nós 'tá' com vento
Fui de chuteira e matei na pelada
Vivendo muito, aproveito o momento
Curto uma brisa toda madrugada
Sabadão, só com mais um lançamento
Mais um foguete, mais uma carenada
Mais uma que monta na minha garupa
Mais uma que vai tomar uma botada (Ah)
Elas curte' comigo, eu 'tô curtindo com elas
Se duro nós tirava' uma onda, tsunami nós faz' lá na favela
Da hora, o progresso fluindo legal
Agora se interessa
Brota na reta do cria
Vai sentir o poder da minha peça
Se duro nós tirava' uma onda, tsunami nós faz' lá na favela
Brota na reta do cria
Vai sentir o poder da minha peça
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Bro-bro-bro-
Brota na reta do cria
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na reta do cria
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na reta do cria
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na-
Brota na reta do cria (Ah)
[Verso 2 - Bia Soull]
Tropa sem seta, é as menina'
Vira sem-
Vira sem avisar nada
Já falei pra minha família que o funk que toca toda madrugada
Por isso de noite que eu fico acordada
Divirto e canto, os novinho' se inspira' (Ah)
Caiu na-
Caiu na minha armadilha
Louco pra eu quicar na pica
Pico da neblina, queimando um haka
Fazendo um pix até pra minha tia
Acordando tarde, almoço na mesa
Eu já não preocupo, as conta' 'tá' em dia
Ei, bico fazendo buchicho
Eu fazendo o que eles queria'
Virando dinheiro com a putaria
Pra quem duvidou, essa é a vida de artista
Tropa sem seta, é as menina'
Vira sem avisar nada
Já falei pra minha família que o funk que toca toda madrugada
Por isso de noite que eu fico acordada
Divirto e canto, os novinho' se inspira'
Caiu na minha armadilha
Louco pra eu quicar na pica
Louco pra eu-
Louco pra eu quicar na pica
Louco pra eu quicar na pica
Louco pra eu-
Louco pra eu quicar na pica
Lo-lo-lo-louco pra eu quicar na pica
[Verso 3 - ?]
Ai, carai'
Ela sentiu meu aroma do black exalando o ambiente
Me perguntou se eu 'tô com o fogaréu pra acender o baseado, pra jogar na mente
Eu acendi, destrinchei, repassei, relaxei mais um beck de breque pra gente
Sabe a lei? Se bolei, eu acendo, mas hoje a proposta vai ser diferente
Vai, carai'
Dia de sol, vou jogar meu anzol pras piranha' nervosa'
Vim da Janete, lá pra Holy Club, quando encontrei essa mina fogosa
Lembra da lei? Se bolei, eu acendo
Vou te explicar qual que vai ser minha proposta
Hoje nós' bola, mas você rebola
Fumando meu beck, te boto na-
Boto na- (Ahn)
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na xota
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na xota
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na xota
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na-
Boto na xota
[Verso 4 - Nanda Tsunami]
Ele conhece umas coisa' da vida
Não o sabor de uma pilantra maldita
As que fech- as que fecha' camarote
Banca a própria roupa e a própria bebida
Ele quer saber se essa grana que eu faço é de dia ou de noite, de noite ou de dia
Não vou contar, mas tô contando
Nadando em dinheiro, notas na piscina
E se é dia de tirar um lazer
Árvores de dinheiro têm a melhor sombra
Ele não me conhece, quis tirar uma onda
Fala pra ele qual é o meu nome (Nanda Tsunami)
Sigo sempre no sapato, se eu passar de nave ele vem na bota
Aqui nós que banca' e nós que te bota'
Alguém fala pra ele qual é o meu vulgo (Nanda Tsunami), porra
Sigo sempre no sapato, se eu passar de nave ele vem na bota
Aqui nós que banca' e nós que te bota'
Alguém fala pra ele qual é o meu vulgo, porra
[Verso 5 - ?]
Ela me liga direto, vive falando que 'tá estressada
De dia ela fuma uma bomba, de noite ela senta na vara (Ahn, ahn)
Preto chique e raro, do jeito que essa bandida gosta
Me liga, mas só fala a verdade
Não vem com esse papin'
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