Paulo Barroso - Mistérios Ocidentais

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Ferro cruzado lacrando os portais Pontas de vidros, archotes, metais Cães viajando em torno dos muros fatais Vultos sinistros ao lado dos tais animais Sons de flautins e clarinas reais Ecos, gemidos, ruídos demais Como correntes rangendo, contendo os rivais Como soluços marcados que imitam sinais Dando início a tortura e a explosões cerebrais Milhões de olhos nos quintais Pavor na arena e nas gerais E nas potências principais Entre brasões medievais Vestes e modos divinais Dominam os dados marginais Há barcos armados nos canais Espaços de fuga virtuais Há sempre o [?] visuais E quando os tambores soarem no cais A ilha mergulha com seus rituais São mistérios ocultos das águas dos mares ocidentais
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