Ferro cruzado lacrando os portais
Pontas de vidros, archotes, metais
Cães viajando em torno dos muros fatais
Vultos sinistros ao lado dos tais animais
Sons de flautins e clarinas reais
Ecos, gemidos, ruídos demais
Como correntes rangendo, contendo os rivais
Como soluços marcados que imitam sinais
Dando início a tortura e a explosões cerebrais
Milhões de olhos nos quintais
Pavor na arena e nas gerais
E nas potências principais
Entre brasões medievais
Vestes e modos divinais
Dominam os dados marginais
Há barcos armados nos canais
Espaços de fuga virtuais
Há sempre o [?] visuais
E quando os tambores soarem no cais
A ilha mergulha com seus rituais
São mistérios ocultos das águas dos mares ocidentais
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