[Verse 1]
Sigo gastando a sola na mesma calçada
E a roda enche quando eu chego na levada
Cacos da vida, as pontes que eu queimei no bar
Nem o rei da malandragem consegue consertar
[Pre-Chorus]
Tropeço no trilho, a vida quase me escapa
Subúrbio me prende, o cansaço me apaga
Mas eu caio livre no meio do salão
Caio livre, no compasso e no chão
A queda livre já não me assusta, meu irmão...
[Chorus]
Porque eu sou um malandro clandestino (Ê, laiá, laiá)
Dobrando a esquina, driblando o destino (Ô, oh, oh)
Sou malandro clandestino! (Ê, laiá, laiá)
Abrigo pra alma de menino
[Verse 2]
A burguеsia segue na linha de giz, tão rеta
E eu sei que ela adoraria ver a minha queda
Não sou maluco, mas a alma ferve e dói
Que nenhum curandeiro junta o que se destrói
[Pre-Chorus]
Sempre boiando nas mesmas ideias vazias
E eu nem vou tentar achar o que nunca existia
E eu caio livre, no meio do salão
Caio livre, no compasso e no chão
A queda livre já não me assusta, meu irmão...
[Chorus]
Porque eu sou um malandro clandestino (Ê, laiá, laiá)
Dobrando a esquina, driblando o destino (Ô, oh, oh)
Sou malandro clandestino! (Ê, laiá, laiá)
Abrigo pra alma de menino
[Interlude]
Vulto no copo, seguro o balanço
Viro o veneno, no amor não descanso
Encaro o sereno, seguro o balanço
Na mesa do bar, o amor é um descaso?
Seguro o balanço, encaro o sereno
Viro o veneno, no amor um descaso
Encaro o sereno, seguro o balanço
Na mesa do bar, descanso
[Outro]
Porque eu sou um malandro clandestino (Ê, laiá, laiá)
Dobrando a esquina, driblando o destino (Ô, oh, oh)
Sou malandro clandestino! (Ê, laiá, laiá)
Abrigo pra alma de menino
Eu sou só um malandro clandestino (Ê, laiá, laiá)
Dobrando a esquina, driblando o destino (Ô, oh, oh)
Só um malandro clandestino! (Ê, laiá, laiá)
Abrigo pra alma de menino
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